segunda-feira, 16 de abril de 2007

David Brainerd


Um Arauto de Jesus aos Peles-Vermelhas
(1718 – 1747)




Certo jovem franzino de corpo, mas tendo na alma o fogo do amor aceso por Deus, encontrou-se na floresta, para ele desconhecida. Era tarde e o sol já declinava até quase desaparecer no horizonte, quando o viajante, enfadado da longa viagem, avistou a fumaça das fogueiras dos índios peles-vermelhas. Depois de apear e amarrar seu cavalo, deitou-se no chão para passar a noite, agonizando em oração. Sem ele o saber, alguns dos silvícolas o haviam seguido silenciosamente, como serpentes, durante a tarde. Agora estacionavam atrás dos troncos das arvores para contemplar a cena misteriosa de um vulto de cara pálida, sozinho, prostrado no chão, clamando a Deus.


Os guerreiros da vila resolveram matá-lo, sem demora, pois acreditavam que os brancos davam uma aguardente aos peles-vermelhas para, enquanto bêbados, levar-lhes as cestas e as peles de animais, e ainda roubar-lhes as terras. Mas depois de cercarem furtivamente o missionário, que orava, prostrado, e o ouvirem clamando ao "Grande Espírito", insistindo que lhes salvasse a alma, eles partiram tão secretamente como chegaram. No dia seguinte o moço, não sabendo o que acontecera em redor enquanto orava no ermo, foi recebido na vila de uma maneira não esperada. No espaço aberto entre as wigwams (barracas de peles), os índios cercaram o moço que, com o amor de Deus ardendo na alma, leu o capitulo 53 de Isaías. Enquanto pregava, Deus respondeu a sua oração da noite anterior e os silvícolas ouviram o sermão com lagrimas nos olhos.


Esse cara pálida chamava-se Davi Brainerd. Nasceu em 20 de abril de 1718. Perdeu o pai aos 9 anos de idade, e a mãe, filha dum pregador, aos 14 anos. Acerca de sua luta com Deus, no tempo da sua conversão – tinha então 20 anos de idade -, ele escreveu:

"Designei um dia para jejuar e orar, e passei esse dia clamando quase incessantemente a Deus. Pedi-lhe misericórdia e que abrisse meus olhos para a enormidade do pecado e o caminho para a vida em Jesus Cristo... Contudo, continuei a confiar nas boas obras... Então, uma noite, andando na roça, me foi dada uma visão da grandeza do meu pecado, parecendo-me que a terra se abrira por debaixo de meus pés para me sepultar e que a minha alma iria chegar ao inferno antes de eu chegar em casa...
Certo dia, enquanto longe no colégio, no campo, sozinho em oração, senti tanto gozo e doçura em Deus, que, se eu devesse ficar neste mundo vil, queria permanecer contemplando a glória de Deus. Senti na alma um profundo amor ardente para com todos os homens e anelava que eles desfrutassem desse mesmo amor.
No mês de agosto, depois, senti-me tão fraco e doente, como resultado de aplicar-me demais aos estudos, que o diretor do colégio me aconselhou a voltar para casa. Estava tão fraco que tive algumas hemorragias. Senti-me perto da morte, mas Deus renovou em mim o conhecimento e o gozo das coisas divinas. Anelava tanto a presença de Deus e ficar livre do pecado, que, ao melhorar, preferia morrer a voltar ao colégio, e me afastar de Deus... Oh! Uma hora com Deus excede infinitamente todos os prazeres do mundo".


De fato, depois de voltar ao colégio, Brainerd esfriou em espírito, mas o "Grande Avivamento" dessa época alcançou a cidade de New Haven, o colégio de Yale e o coração de Davi Brainerd. Ele tinha o costume de escrever diariamente uma relação dos acontecimentos mais importantes da sua vida, e é por esses diários que sabemos da sua vida intima de profunda comunhão com Deus. Os poucos trechos seguintes servem como amostras do que ele deixou registrado e revelam algo de sua luta com Deus, enquanto estudava para o ministério:

"Fui tomado repentinamente pelo horror de minha miséria. Então clamei a Deus, pedindo que me purificasse da minha estrema imundícia. Depois a oração se tornou mui preciosa para mim. Ofereci-me alegremente para passar os maiores sofrimentos pela causa de Cristo, mesmo que fosse para ser desterrado entra os pagãos, desde que pudesse ganhar suas almas. Então Deus me deu o espírito de lutar em oração pelo reino de Cristo no mundo.

Retirei-me cedo, de manhã, para a floresta, e foi-me concedido fervor em rogar pelo avanço do reino de Cristo no mundo. Ao meio-dia, ainda combatia em oração a Deus e sentia o poder do divino amor na intercessão. Passei o dia em jejum e oração, implorando para que Deus me preparasse para o ministério, me concedesse auxilio divino e direção, e me enviasse para a seara no dia designado por Ele. Pela manhã, senti poder na intercessão pelas almas imortais e pelo progresso do reino do querido Senhor e Salvador no Mundo... À tarde, Deus estava comigo de verdade. Quão bendita a sua companhia! Ele me concedeu agonizar em oração até ficar com a roupa encharcada de suor, apesar de eu me achar na sombra, e de soprar um vento fresco. Sentia a minha alma grandemente extenuada pela condição do mundo: esforçava-me para arrebatar multidões de almas. Sentia-me mais dilatado pelos pecadores do que pelos filhos de Deus, contudo anelava gastar minha vida clamando por ambos.

Passei duas horas agonizando pelas almas imortais. Apesar de ser ainda muito cedo, meu corpo estava molhado de suor... Se eu tivesse mil vidas, a minha alma as teria dado pelo gozo de estar com Cristo...
Dediquei o dia para jejuar e orar, implorando a Deus que me dirigisse e me abençoasse na grande obra que tenho perante mim, a de pregar o Evangelho. Ao anoitecer, o Senhor me visitou maravilhosamente na oração; senti a minha alma angustiada como nunca... Senti tanta agonia que me achava ensopado de suor. Oh! Jesus suou sangue pelas pobres almas! Eu anelava mostrar mais e mais compaixão para com eles. Cheguei a saber que as autoridades esperavam a oportunidade de me prender e encarcerar por ter pregado em New Haven. Fiquei mais sóbrio e abandonei toda a esperança de travar amizade com o mundo. Retirei-me para um lugar oculto na floresta e coloquei o caso perante Deus".


Completados os seus estudos para o ministério, ele escreveu: "Preguei o sermão de despedida ontem à noite. Hoje, pela manhã, orei em quase todos os lugares por onde andei, e, depois de me despedir dos amigos, iniciei a viagem para o habitat dos índios".
Essas notas revelam, em parte, a sua luta com Deus enquanto estudava para o ministério. Um dos melhores pregadores atuais, referindo-se a esse diário, declarou: "Foi Brainerd quem me ensinou a jejuar e orar. Cheguei saber que se fazem maiores coisas por meio de contato cotidiano com Deus do que por pregações".

No inicio da historia da vida de Brainerd, já relatamos como Deus lhe concedeu entrada entre os silvícolas, em resposta a uma noite de oração nas profundezas da floresta. Mas, apesar de os índios lhe darem toda a hospitalidade, concedendo-lhe um lugar pra dormir sobre um pouco de palha e ouvirem o sermão, comovidos, Brainerd não estava satisfeito, e continuava a lutar em oração, como revela seu diário:

"Continuo a sentir-me angustiado. À tarde preguei ao povo, ma fiquei mais desanimado acerca do trabalho do que antes; receio que seja impossível alcançar as almas. Retirei-me e derramei a minha alma pedindo misericórdia, mas sem sentir alívio.
Completo 25 anos de idade hoje. Dói-me a alma ao pensar que vivi tão pouco para a glória de Deus. Passei o dia na floresta sozinho, derramando a minha queixa perante o Senhor.


Cerca das 9 horas, saí para orar na mata. Depois do meio-dia, percebi que os índios estavam se preparando para uma festa e uma dança... Em oração, senti o poder de Deus e a minha alma extenuada como nunca antes na minha vida. Senti tanta agonia e insisti com tanta veemência que, ao levantar-me, só consegui andar com dificuldade. O suor corria-me pelo rosto e pelo corpo. Reconheci que os pobres índios se reuniam para adorar demônios e não a Deus; esse foi o motivo de eu clamar ao Senhor que se apressasse em frustrar a reunião idolatra.


Assim, passei a tarde orando incessantemente, pedindo o auxílio divino para que eu não confiasse em mim mesmo. O que experimentei, enquanto orava, foi maravilhoso. Parecia-me não haver nada de importante em mim, a não ser a santidade de coração e vida, e o anelo pela conversão dos pagãos a Deus. Desapareceram todos os cuidados, receios e anelos; todos juntos pareciam-me de menor importância que o sopro do vento. Anelava que Deus adquirisse pra si um nome entre os pagãos, e lhe fiz o meu apelo com a maior ousadia, insistindo em que Ele reconhecesse que "eu o preferia a minha maior alegria". De fato, não me importava onde ou como morava, nem a fatiga que tinha de suportar, se pudesse ganhar almas para Cristo. Continuei assim toda a tarde e toda a noite".



Assim revestido, Brainerd, pela manhã, voltou da mata para enfrentar os índios, certo de que Deus estava com ele, como estivera com Elias no monte Carmelo. Ao insistir com os índios para que abandonassem a dança, eles, em vez de matá-lo, desistiram da orgia e ouviram a sua pregação, de manhã e à tarde.

Depois de sofrer como poucos sofrem, depois de se esforçar de noite e de dia, depois de passar horas inúmeras em jejum e oração, depois de pregar a Palavra "a tempo e fora de tempo", por fim, abriram-se os céus e caiu o fogo. Os seguintes excertos do seu diário descrevem algumas dessas experiências gloriosas:

"Passei a maior parte do dia em oração, pedindo que o Espírito fosse derramado sobre o meu povo... Orei e louvei com grande ousadia, sentido grande peso pela salvação das preciosas almas.
Discursei à multidão extemporaneamente sobre Isaías 53.10: "Todavia, ao Senhor agradou moê-lo". Muitos dos ouvintes entre a multidão de 3 a 4 mil, ficaram comovidos a ponto de haver um "grande pranto, como o pranto de Hadadrimom". [Ver Zacarias 12:11].


Enquanto eu andava a cavalo, antes de chegar ao lugar para pregar, senti o meu espírito restaurado e a minha alma revestida com poder para clamar a Deus, quase sem cessar, por muitos quilômetros a fio.

De manhã, discursei aos índios onde nos hospedamos. Muitos ficaram comovidos e, ao falar-lhes acerca da salvação da sua alma, as lágrimas correram abundantemente e eles começaram a soluçar e a gemer. À tarde, voltei ao lugar onde lhes costumava pregar; eles ouviram com a maior atenção quase até o fim. Nem a décima parte dos ouvintes pôde conter-se de derramar lágrimas e clamar amargamente. Quanto mais eu falava do amor e compaixão de Deus, ao enviar seu Filho para sofrer pelos pecados dos homens, tanto mais aumentava a angustia dos ouvintes. Foi para mim uma surpresa notar como seus corações pareciam transpassados pelo terno e comovente convite do Evangelho, antes de eu proferir uma única palavra de terror.

Preguei aos índios sobre Isaías 53:3-10. Muito poder acompanhava a Palavra e houve grande convicção entre os ouvintes; contudo, não tão geral como no dia anterior. Mas a maioria ficou comovida e em grande angústia de alma; alguns não podiam caminhar, nem ficar em pé: caíam no chão como se tivessem o coração transpassado e clamavam sem cessar, pedindo misericórdia... Os que vieram de lugares distantes foram levados logo à convicção, pelo Espírito de Deus.

À tarde, preguei sobre Lucas 15:16-23. Havia muita convicção visível entre os ouvintes, enquanto eu discursava; mas, ao falar particularmente, depois, a alguns que se mostravam comovidos, o poder de Deus desceu sobre o auditório como um vento veemente e impetuoso e varreu tudo de uma maneira espetacular.

Fiquei em pé, admirado da influencia que se apoderou do auditório quase totalmente. Parecia, mais que qualquer outra coisa, a força irresistível de uma grande correnteza, ou dilúvio crescente, que derrubava e varria tudo o que encontrava na frente.
Quase todos oravam e clamavam, pedindo misericórdia, e muitos não podiam ficar em pé. A convicção que cada um sentiu foi tão grande, que pareciam ignorar por completo os outros em redor, mas cada um continuava a orar por si mesmo.

Lembrei-me de Zacarias 12:10-12, porque havia grande pranto como o pranto de Hadadrimom, parecendo que cada um pranteava à parte.
Parecia-me um dia muito semelhante ao dia em que Deus mostrou seu poder a Josué (Js 10:14), porque era um dia diferente de qualquer dia que tinha presenciado antes, um dia em que Deus fez muito pára destruir o reino das trevas entre esse povo".




É difícil reconhecer a magnitude da obra de Davi Brainerd entre as diversas tribos de índios, nas profundezas das florestas; ele não entendia seus idiomas. Se lhes transmitia a mensagem de Deus ao coração, deveria achar alguém que pudesse servir como intérprete. Passava dias inteiros simplesmente orando para que viesse sobre ele o poder do Espírito Santo com tanto poder, que esse povo não pudesse resistir à mensagem. Certa vez teve que pregar por meio de um interprete tão bêbado, que quase não podia ficar em pé, contudo, dezenas de almas foram convertidas por meio desse sermão.

Ele andava, às vezes, perdido de noite no ermo, apanhando chuva e atravessando montanhas e pântanos. Franzino de corpo, cansava-se nas viagens. Tinha de suportar o calor do verão e o intenso frio do inverno. Dias a fio passava-os com fome. Já começava a sentir a saúde abalada e estava a ponto de casar-se – sua noiva era Jerusa Edwards, filha de Jônatas Edwards – e estabelecer um lar entre índios convertidos, ou voltar e aceitar o pastorado de uma igreja que o convidava. Porém, reconhecia que não podia viver, por causa da sua doença, mais que um ou dois anos, e resolveu então "arder até o fim".
Assim, depois de ganhar a vitoria em oração, clamou:


"Eis-me aqui, Senhor, envia-me a mim até os confins da terra; envia-me aos selvagens do ermo; envia-me para longe de tudo que se chama conforto da terra; envia-me mesmo para a morte, se for no teu serviço e para promover o teu reino...
Adeus, amigos e confortos terrestres, mesmo os mais anelados de todos. Se o Senhor quiser, gastarei a minha vida, até os últimos momentos, em cavernas e covas da terra, se isso servir para o progresso do reino de Cristo".


Foi nessa ocasião que escreveu:


"Continuarei lutando com Deus em oração pelo rebanho aqui e, especialmente, pelos índios em outros lugares, até a hora de deitar-me. Oh! Como senti ser obrigado a gastar o tempo dormindo! Anelava ser uma chama de fogo, constantemente ardendo no serviço divino e edificando o reino de Deus, até o ultimo momento, o momento de morrer".


Por fim, depois de cinco anos de viagens árduas no ermo, de aflições inumeráveis e de sofrer dores incessantes no corpo, Davi Brainerd, tuberculoso e com as forças físicas quase inteiramente esgotadas, conseguiu chegar à casa de Jônatas Edwards.
O peregrino já completara a sua careira terrestre e esperava o carro de Deus para levá-lo a glória. Quando no seu leito de sofrimento, viu alguém entrar no quarto com a bíblia, exclamou: "Oh! O querido livro! Breve hei de vê-lo aberto. Os seus mistérios me serão então desvendados!"
Suas forças físicas minguavam e ele falava com mais e mais dificuldade, mas sua percepção espiritual parecia aumentar: "Fui feito para a eternidade. Como anelo estar com Deus e prostrar-me perante Ele! Oh! Que o Redentor pudesse ver o fruto do penoso trabalho da sua alma e ficar satisfeito! Oh! Vem, Senhor Jesus! Vem Depressa! Amém!" E foi assim que dormiu no Senhor.


Depois desse acontecimento, Jerusa Edwards começou a murchar como uma flor e, quatro meses depois, também foi morar da cidade celeste. De um lado do seu túmulo está o de seu noivo, Davi Brainerd, e do outro está o túmulo de seu pai, Jônatas Edwards.


O desejo veemente da vida de Davi Brainerd era o de arder como uma chama, por Deus, até o último momento, como ele mesmo dizia: "Anelo ser uma chama de fogo, constantemente ardendo no serviço divino, até o último momento, o momento de falecer".


Brainerd findou a sua carreira terrestre aos 29 anos. Contudo, apesar da sua grande fraqueza física, fez mais que a maioria dos homens faz em setenta anos.


Sua biografia, escrita por Jônatas Edwards e revisada por João Wesley, teve mais influencia sobre a vida de A. J. Gordon do que qualquer outro livro, exceto a Bíblia. Guilherme Carey leu a historia que narra sua obra e consagrou sua própria vida ai serviço de Cristo, e nas trevas da índia! Roberto McCheyne leu o diário de Davi e gastou sua vida entre os judeus. Henrique Martyn leu a sua biografia e decidiu consumir-se dentro de um período de seis anos e meio na Pérsia, a serviço do Mestre.


O que Davi escreveu a seu irmão, a Israel Brainerd, é para nós um desafio à obra missionária: "Digo, agora, morrendo, que não teria gastado a minha vida de outra forma, nem por tudo o que há no mundo".
"... sinto-me mais alegre hoje acerca dos peles-vermelhas. Oxalá que Deus atraia grande número deles a Jesus Cristo..."


Fonte: Livro Heróis da Fé / p. 71-79
Autor: Orlando Boyer / Editora: CPAD
Editado por Flávio Teodoro
Imagens extraídas dos sites:
http://en.wikipedia.org/wiki/David_Brainerd e http://www.wholesomewords.org/biography/biorpbrainerd.html

3 comentários:

deidivan disse...

AS VEZES FICO ME PERGUNTANDO.HÓ,QUÃO BEM-AVENTURADO SERÁ ESSE HOMEM,POR TER GASTO SUA VIDA POR AMOR A OBRA DE "DEUS".ENTÃO OLHO SUA BIOGRAFIA E ME SINTO TÃO FRACO E COVARDE,POR FAZER TÃO POUCO PRA "DEUS".HÓ COMO GOSTARIA DE FAZER O MESMO.."SENHOR"DA-ME A MESMA CAPACIDADE DESSE HOMEM.POIS TAMBÉM DESEJO GASTAR MINHA VIDA PELO SERVIÇO DA TUA OBRA.MAS DA-ME DEPRESSA.ÁMEM.

Mauricio disse...

Este é o verdadeiro trabalho de um homen, que se diz ser um homen de Deus" Maravilhoso é ser completamente dependente de Jesus como esse homen de Deus, e concordo com o recado de meu querido irmão Deidivan, "sou fraco e covarde" Também anceio Pai em fazer a tua obra, entregando minha vida pelo amor ao evangélho, me ensina e me conduza Pai a ser aquilo que tu queres que eu seja e faça, prefiro deixar tudo por amor a ti, do que viver para os meus proprios deleites, vem em meu socorro depreça querido Jesus. Amém.

Anônimo disse...

Ao ler essa matéria, fiquei profundamente tocado,no fundo de minha alma e pude ver o quanto tenho feito tão pouco pelo reino de Deus,nunca tinha ouvido falar desse homem tão piedoso e justo como foi David Brainerd. Pude ver o quanto tenho sido covarde e preguiçoso para o trabalho de Cristo, mas tenho certeza que a partir de agora o senhor vai me colocar no lugar que eu sempre deveria andar. OREM POR MIM PRÁ QUE O SENHOR ME USE EM SUAS MÃOS.